O município de Rio Claro alcançou resultados positivos na cobertura vacinal em 2025, atingindo ou superando a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde em dez imunizantes do calendário nacional. Os dados são do Programa Municipal de Imunização, da Secretaria de Saúde, e refletem o trabalho desenvolvido pelas equipes de vacinação ao longo do ano.
Entre as vacinas que alcançaram a meta de cobertura que é de 95% estão BCG, Hepatite B para recém-nascidos, Pneumocócica 10, Meningocócica C, Rotavírus, DTP (1º reforço), Tríplice Viral (1ª dose), Tríplice Viral (2ª dose), Varicela e HPV.
Também apresentaram bons resultados as vacinas contra Poliomielite (93,37%), Pentavalente (92,77%), Hepatite A (90,96%), Tríplice Viral – segunda dose (95,18%), Pneumocócica – 1º reforço (97,59%), Poliomielite – reforço (93,98%), Varicela (97,59%) e Meningocócica C – 1º reforço (98,80%). A vacina contra a Febre Amarela registrou cobertura de 77,11%, porém, já é uma imunização difícil nacionalmente de ter alta cobertura. “É uma vacina de vírus vivo e por isso é difícil de conseguir alta adesão. Mesmo assim, somos a segunda cidade do Médio Paraíba com maior cobertura dessa vacina e figuramos entre os dez primeiros do Estado do Rio”, esclareceu a secretária de Saúde e vice-prefeita, Guta Monteiro.
A secretária reforçou que a cidade alcançou bons índices devido a campanhas realizadas pela pasta e pelo entendimento da população em querer se imunizar. “Vacinar é um ato de cuidado com a pessoa e com o próximo”, apontou Guta Monteiro.
Segundo o coordenador de Imunização de Rio Claro, Luiz Cláudio Guimarães dos Santos, os resultados refletem o trabalho realizado pelas equipes de saúde e reforçou a importância de a população manter a caderneta de vacinação em dia. “Esses índices mostram o comprometimento das equipes de saúde e a adesão da população às campanhas de vacinação. Mesmo com resultados positivos, é fundamental que as pessoas continuem procurando as unidades de saúde para atualizar o cartão de vacinação e garantir a proteção contra doenças imunopreveníveis”, afirmou.

